segunda-feira, 21 de outubro de 2019


A minha primeira vez
Por: Ellen Doane  2° B

        Meu nome é Marina, quando tinha 12 anos adorava brincar muito com os meus amigos e meus irmãos, mais nunca parava de pensar nela, que dia ia chegar, estava com muito medo, mas quando eu a esquecia as pessoas viviam perguntando dela parece que eu estava presa a ela sempre, a odiei quando ouvi seu nome pela primeira vez.
        
Na manhã seguinte, quando acordei e fui ao banheiro e baxei o short parecia que eu estava sonhando, mas não era a famosa menstruação, eu queria morrer a cada olhada que dava a ela, e eu sem saber o que fazer. Quando olhei minha mãe ainda dormindo, não sabia se eu a chamava de tanta vergonha ou se eu chorava. Era horrível, mas resolvi acordá-la. Quando me olhou parecia adivinhar, como sempre o que eu ia dizer parecia que já estava esperando por esse momento e ela disse: você esta menstruada né? nem precisa dizer!
        
Naquele momento estava suando frio, tomei banho, comecei a sentir dores, mas guardei o segredo, ninguém ia saber, quando menos espero quase toda minha família estava sabendo, minha mãe estava muito feliz que eu estava virando mocinha, enquanto eu queria fugir, eu ria pra não chorar e pensava, ainda bem que isso não vai ficar aqui pra sempre, que tem dia certo pra chegar e acabar.  


Sinais de esperança

Edilaine - I Ano

Janeiro de 2009. Fazia um calor insuportável, procurei refrescar-me com um refrigerante em uma lanchonete.
Lá encontrei meu professor bebendo cerveja, nunca havíamos tido a oportunidade de conversar fora das aulas. É a primeira vez que falamos foi sobre o preço das coisas, e ainda por cima, tive que paga a conta dele.
Ele pergunta quem sou e o que faço.
Ao ouvir minha resposta, sua atitude amigável muda.
Bebe um gole de cerveja olha-me como se eu fosse uma criança, desprotegida, quase com compaixão e me pergunta, sorrindo.
- É possível ter esperança e ser feliz em nossos dias?
Desde então, percebi que ele ficou em silêncio pensativo, após ter dito tais palavras.
- Bem, a minha resposta foi sim dependendo de cada um ai eu perguntei. Então diga-me que esperança resta para seu filho?
Meu professor se mexeu muito na cadeira por uns instantes aparentemente. Seus olhos brilham mais úmidos, do que nunca tinha visto, sofri por fazer tal pergunta, ele tentou dizer algo, mas não consegue. Somente se levanta, enquanto uma lágrima rebelde sai dos seus olhos.
No dia seguinte, fiquei sabendo que ele tinha um filho o qual estava destruindo sua vida pelas drogas.
Assim, entendia porque ele não tinha fé em Deus, mas passando alguns meses encontrei-o na igreja e quando o vi com seu filho notei um novo olhar de esperança, foi uma coisa linda! Algo divino que jamais esqueci, uma aliança entre ele, Deus e seu filho. E a minha última imagem que guardei foi o sorriso que deu ao seu filho.


Produção escrita: Por adolescentes
 Adolescentes românticas e sonhadoras
Por:  Alcendino Junior, Diego França, Heloíza Freitas, Iara e Isadora Garcia                                                                        I Ano A
            Quem não sonha com o príncipe encantado? Sim, aquele mesmo, que vem montado em um cavalo branco, com armadura, fazendo juras de amor e ainda te fazer passar anos e anos em um castelo, sendo feliz para sempre. Agora vamos à realidade, porque combinamos, é bem diferente!
            Os homens pegam no ponto fraco da mulher, que é a carência... Carência em ter mais amor, mais carinho... Vocês vão falar que nós somos chatas, insuportáveis, principalmente na TPM, e vamos falar que vocês homens são arrogantes e sem coração, mas com certeza não viveríamos, um sem o outro.
            Na adolescência é uma explosão de sentimentos, euforia e talvez muitas das coisas, os adultos não conseguem decifrar, que é o grande enigma do drama adolescente, mas todos já passaram por essa fase, não é mesmo?
            E as meninas? Ah! As meninas... Grandes rosas, delicadas, apaixonadas. Mas quando revoltadas, se enchem de espinhos, e ai de quem chegar perto! Indomáveis, sedutoras, únicas... É o jeito de menina!
            Uma coisa eu digo, além de determinadas são sonhadoras, talvez viajamos em nossas imaginações. Mas a vida é uma arte, arte de sonhar, e nós temos esse dom.