domingo, 3 de junho de 2012

Imaginação fértil

Por Heloiza Freitas – I ano A

Bom mesmo seria viver uma realidade baseada em contos de fadas, que sempre tem como objetivo acabar com final feliz! Melhor ainda seria se os fantásticos contos de fada fizessem parte do nosso cotidiano e se todas as pessoas entendessem o real significado da compreensão, do amor, enfim, da felicidade. Palavra fácil de ser dita, porém, difícil de ser utilizada em nossa dia-a-dia.

Parei um pouco para pensar... E imaginei como seria a sensação de encontrar um príncipe encantado que chegasse com a função de trazer somente felicidade e fazer de nós a pessoa mais feliz do mundo!

Imaginei como seria por botas em um gato ou até mesmo se apaixonar por uma fera! Deixando os pensamentos de lado e vivendo a realidade, podemos notar algo semelhante entre os dois contextos, vida real e conto de fadas... Obviamente não iremos encontrar um príncipe que venha galopando em seu lindo cavalo branco e sim, uma pessoa normal, mas, pelo menos poderia entender nossas vontades e nos fazer feliz.

Tanto na vida real, como nos contos, ninguém manda em nossos sentimentos, pois sentimento é algo impossível de ser controlado por nós mesmos, tanto que a Bela se apaixonou pela fera. As pessoas podem se apaixonar e não serem correspondidas da forma como querem, e isso deixa cicatrizes que o tempo jamais poderá apagar.

Para alguns, esses pensamentos são totalmente fúteis, mas, para os que pensam como eu, serve como dica ou um simples conselho: Nessa longa jornada da vida, aparecem vários caminhos e escolhas que somente nós podemos trilhar, decidir e escolher.

E como a vida é feita de escolhas: Preto ou branco? Sim ou não? Futebol ou handebol? Sempre encontraremos uma encruzilhada e será necessário fazer apenas uma escolha. Difícil não?

Pena que vivemos em um mundo em que quase ninguém se contenta com pouco, quer sempre mais e mais. Poderia ser diferente, mas, a mudança tem que começar em nós, só assim veria o resultado. Porém, poucos arriscam.

Considerando tudo o que lemos até agora, podemos fazer uma reflexão, ou não. Ignorar e achar uma perda de tempo. Mas, todo ato gera uma consequência, portanto, a escolha é sua, e possivelmente as consequências também serão.



Manhã de Agosto

Por Heloiza Satierf Freitas

Naquela manhã de agosto, o dia estava perfeito, o sol iluminava e alegrava as pessoas que viviam naquele lugar. O verde das árvores e plantas trazia um ar mais puro e saudável, e as árvores davam excelente sombra para as crianças brincarem alegres com seus animais de estimação. Os pais, vendo a felicidade das crianças, logo em seguida decidiram entrar na brincadeira também. Sinal de que estavam recuperados de uma recente tragédia, pois, dias antes todos estavam desanimados, porque haviam perdido um membro da família e como era de se esperar, ficaram arrasados...

E assim, durante os meses que se passaram a alegria voltou a ser a mesma! O trabalho,  varal, tudo limpinho e, aos poucos a rotina foi voltando à normalidade.

 Era como se a alegria sempre permanecesse ali a todo o momento! As pessoas estão muito felizes, as casas coloridas, fazem do carnaval um ambiente perfeito!

Mas, meses antes, naquele lindo lugar ocorreu uma forte chuva que ocasionou uma série de problemas, as casas bonitas desmoronaram, o lindo verde, passou a ser pavoroso, pois os galhos caíram sobre as casas e mataram várias famílias.

Felizmente, as poucas famílias que restaram mudaram-se para um lugar onde havia muitos bichos e flores e conseguiu fazer do desastre, apenas uma lembrança e transformar aquele lugar numa nova moradia! Porque para eles a felicidade nunca esteve em bens materiais e sim nas ações. Por isso, digo sempre que feliz é aquele que guarda somente bons momentos em seu coração. Esta família, depois da triste tragédia, conseguiu ser felizes novamente.

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