Por Heloiza Freitas – I
ano A
Bom mesmo seria viver
uma realidade baseada em contos de fadas, que sempre tem como objetivo acabar
com final feliz! Melhor ainda seria se os fantásticos contos de fada fizessem
parte do nosso cotidiano e se todas as pessoas entendessem o real significado
da compreensão, do amor, enfim, da felicidade. Palavra fácil de ser dita, porém,
difícil de ser utilizada em nossa dia-a-dia.
Parei um pouco para
pensar... E imaginei como seria a sensação de encontrar um príncipe encantado
que chegasse com a função de trazer somente felicidade e fazer de nós a pessoa
mais feliz do mundo!
Imaginei como seria por
botas em um gato ou até mesmo se apaixonar por uma fera! Deixando os
pensamentos de lado e vivendo a realidade, podemos notar algo semelhante entre
os dois contextos, vida real e conto de fadas... Obviamente não iremos
encontrar um príncipe que venha galopando em seu lindo cavalo branco e sim, uma
pessoa normal, mas, pelo menos poderia entender nossas vontades e nos fazer
feliz.
Tanto na vida real,
como nos contos, ninguém manda em nossos sentimentos, pois sentimento é algo
impossível de ser controlado por nós mesmos, tanto que a Bela se apaixonou pela
fera. As pessoas podem se apaixonar e não serem correspondidas da forma como
querem, e isso deixa cicatrizes que o tempo jamais poderá apagar.
Para alguns, esses
pensamentos são totalmente fúteis, mas, para os que pensam como eu, serve como
dica ou um simples conselho: Nessa longa jornada da vida, aparecem vários
caminhos e escolhas que somente nós podemos trilhar, decidir e escolher.
E como a vida é feita
de escolhas: Preto ou branco? Sim ou não? Futebol ou handebol? Sempre encontraremos
uma encruzilhada e será necessário fazer apenas uma escolha. Difícil não?
Pena que vivemos em um
mundo em que quase ninguém se contenta com pouco, quer sempre mais e mais.
Poderia ser diferente, mas, a mudança tem que começar em nós, só assim veria o
resultado. Porém, poucos arriscam.
Considerando tudo o que
lemos até agora, podemos fazer uma reflexão, ou não. Ignorar e achar uma perda
de tempo. Mas, todo ato gera uma consequência, portanto, a escolha é sua, e possivelmente
as consequências também serão.
Manhã
de Agosto
Por
Heloiza Satierf Freitas
Naquela manhã de agosto,
o dia estava perfeito, o sol iluminava e alegrava as pessoas que viviam naquele
lugar. O verde das árvores e plantas trazia um ar mais puro e saudável, e as
árvores davam excelente sombra para as crianças brincarem alegres com seus
animais de estimação. Os pais, vendo a felicidade das crianças, logo em seguida
decidiram entrar na brincadeira também. Sinal de que estavam recuperados de uma
recente tragédia, pois, dias antes todos estavam desanimados, porque haviam perdido
um membro da família e como era de se esperar, ficaram arrasados...
E assim, durante os
meses que se passaram a alegria voltou a ser a mesma! O trabalho, varal, tudo limpinho e, aos poucos a rotina
foi voltando à normalidade.
Era como se a alegria sempre permanecesse ali a
todo o momento! As pessoas estão muito felizes, as casas coloridas, fazem do
carnaval um ambiente perfeito!
Mas, meses antes, naquele
lindo lugar ocorreu uma forte chuva que ocasionou uma série de problemas, as
casas bonitas desmoronaram, o lindo verde, passou a ser pavoroso, pois os
galhos caíram sobre as casas e mataram várias famílias.
Felizmente, as poucas famílias
que restaram mudaram-se para um lugar onde havia muitos bichos e flores e conseguiu
fazer do desastre, apenas uma lembrança e transformar aquele lugar numa nova
moradia! Porque para eles a felicidade nunca esteve em bens materiais e sim nas
ações. Por isso, digo sempre que feliz é aquele que guarda somente bons
momentos em seu coração. Esta família, depois da triste tragédia, conseguiu ser
felizes novamente.
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